auditAutor: Luís Osvaldo Grossmann

A decisão foi tomada na ultima quarta-feira (28/8) pela Justiça de São Paulo, conforme informa o site Consultor Jurídico. A ação foi movida por ex-controladores do banco que foi vendido ao Santander e só então verificado que quase metade do patrimônio do Noroeste fora desviado para as Ilhas Cayman.

Mas em seis auditorias em três anos a PwC não encontrou nada estranho.Agora atuando em telecom, a PwC se tornou mais conhecida dos internautas por indicar, pelo resultado de suas medições, que o Brasil tem provavelmente as melhores conexões à Internet em todo o planeta. Diz a PwC que as operadoras estão entregando mais de 90% das velocidades contratadas no país. Bem mais, na verdade. O mais recente balanço relata que as “piores” foram Oi, Sercomtel e CTBC que “só” entregaram 97%, 98,74% e 98,96% do que prometeram aos clientes. Telefônica/Vivo, GVT e NET ficaram sempre acima de 99% – em algumas medições as duas últimas ficaram acima até de 100%.

Vale lembrar que as operadoras reclamaram muito quando a Anatel aprovou o regulamento que definiu taxas mínimas de respeito aos contratos. Os resultados sugerem, porém, que os receios eram infundados. Pela norma, a velocidade medida a qualquer momento deve ser, pelo menos, 20% da contratada. Na média do mês, os acessos devem respeitar 60% do previsto no contrato.No caso da condenação pela falha na auditoria bancária, a defesa da PwC pretende recorrer ao Superior Tribunal de Justiça. Segundo o Conjur, o argumento será de que a função do auditor se limita a conferir cálculos, e não a veracidade dos lançamentos.

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Fonte: Convergência Digital com informações do site Consultor Jurídico