Cinco dicas para jovens que vão atuar como profissionais de segurança

O mercado de TI está cada vez mais dinâmico e competitivo e, nesse contexto, a evolução da área de segurança ganha destaque. Por isso, o especialista que atua no desenvolvimento de soluções de segurança baseadas em Tecnologia da Informação (TI) precisa estar sempre atento às novidades do mercado, principalmente às ameaças que surgem no dia a dia e são cada vez mais complexas.

Companhias que não têm procedimentos seguros se tornam muito vulneráveis aos incidentes de segurança. “É preciso ter em mente que, mesmo não os tendo dados como core business, é necessário uma boa base de segurança. A informação é o ativo mais precioso de qualquer negócio”, comenta Sandro Melo, professor e Coordenador do curso de Redes de Computadores da BandTec, faculdade de TI controlada pelo grupo do colégio Bandeirantes.

Nesse sentido, a demanda por esse profissional tem sido crescente, principalmente devido a esse aumento de ameaças virtuais que atemorizam as companhias. Por isso, “com o tempo, é provável que toda empresa de médio e grande porte tenha um profissional capacitado e dedicado para trabalhar com a segurança de seus dados”, explica Melo.

Assim, o professor e coordenador lista cinco competências importantes para os interessados em atuar com segurança e atender esta demanda:

1.    Saber construir modelos de segurança e implementá-los em corporações

“Nesse mercado, a primeira habilidade é cartão de entrada”, comenta o especialista.

2.    Capacidade de realizar testes arrojados em modelos de segurança validando sua eficácia e identificado vulnerabilidades

Cada vez mais a capacidade de resolver vulnerabilidades no menor tempo possível – eliminar ou mitigar janela de exposição de uma ameaça – é fator  crítico. O tempo de exposição de uma vulnerabilidade é terreno fértil para ameaças aos negócios.

3.    Identificar incidentes de segurança e tratá-los

“Além das habilidades acima, um profissional de segurança que atua perante um incidente de segurança passa ter um diferencial competitivo, por ser algo atualmente bastante valorizado pelo mercado”, completa Sandro Melo.

4.    Possuir conhecimentos das normas e procedimentos que regem determinadas áreas

Um profissional que possibilita que a empresa esteja em conformidade com os padrões de segurança é capaz de mitigar ao máximo a ocorrências de ameaças, ao definir regras com as metodologias e boas práticas disponíveis. Ainda, é imprescindível treinar, educar e conscientizar os usuários para que a política de segurança seja seguida de forma consciente.

5.    Dedicação à formação continuada

“O especialista em segurança da informação tem que conhecer todo o processo de TI e estar sempre atualizado com as novas demandas desse mercado, buscando especializações, cursos específicos e certificações de fabricantes”, explica Melo.

Apesar de o Brasil possuir poucos cursos de graduação voltados para a área de segurança, diversas faculdades na área de TI já abrangem esse tema. É importante que todas as instituições de ensino formem, além de gestores, o profissional que atua na linha de frente, com conhecimentos sobre segurança computacional, por exemplo.

De acordo com pesquisa salarial realizada pela empresa de recrutamento Catho, o salário médio de um Analista de Segurança da Informação Júnior é de R$ 2,5 mil, já o gerente dessa área chega a ganhar cerca de R$ 11 mil. A remuneração pode variar conforme o estado, porte da empresa e outros fatores.

Fonte:  COMPUTERWORLD

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