São Paulo e Rio lideraram ataques cibernéticos na Olimpíada

As tentativas de ataques cibernéticos mais do que duplicaram durante as Olimpíadas do Rio de Janeiro, segundo conta da startup desenvolvedora de antivírus PSafe. De acordo com a empresa, mais de 10 milhões de malware foram bloqueados no Brasil durante os Jogos – número que estaria 150% acima da média mensal de ataques.

São Paulo e Rio de Janeiro foram os estados com os maiores registros de tentativas, com mais de 2,7 milhões e 1,2 milhão de ataques respectivamente. E a principal ferramenta foram os Trojans, com mais de 5 milhões de detecções bloqueadas.

A empresa destaca, ainda, aumentos no número de vírus que cadastram usuários em serviços pagos de SMS e de ataques a portais – como o brasil2016.gov.br, site oficial do governo federal sobre os jogos, administrado pelo Ministério do Esporte, que ficou fora do ar por alguns minutos devido aos ciberataques.

O domínio rj.gov.br também recebeu ataque intenso de hackers, de acordo com o Centro de Tecnologia da Informação e Comunicação do Estado do Rio de Janeiro Quem assume o ataque é o grupo Anonymous que intitulou a operação contra os jogos Rio 2016 de “OlympicHacking”, liberando um vídeo em seu canal no Youtube explicando os motivos das manifestações, além da publicação na página oficial do grupo.

Fonte: Convergencia Digital e Psafe

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