Google recebe volume recorde de pedidos para fornecimento de dados dos usuários

No primeiro semestre de 2016, governos de todo o mundo encaminharam 44,9 mil solicitações de informações. No Brasil, foram 874 envolvendo 2.439 contas.

As solicitações de governos de todo o mundo para que o google força dados de seus usuários voltaram a bater recorde no primeiro semestre de 2016, embora a quantidade de contas/usuários referentes a elas tenha sido menor que a registrada no segundo semestre de 2015. Foram 44943 pedidos encaminhados este ano, envolvendo 76713 contas/usuários, contra 40677 pedidos encaminhados no segundo semestre de 2015, envolvendo 81311 contas/usuários. Desse total, apenas 64% foram atendidos, segundo o último Relatório de Transparência do Google, divulgado esta semana.

Os Estados Unidos lideram em volume, como de costume, com 30123 pedidos, seguidos pela Alemanha, França, Índia e Reino Unido. O Brasil aparece entre os top 10 (na nona posição), com 874 pedidos, envolvendo 2439 contas/usuários, dos quais 59% foram atendidos. Aqui, ocorreu o inverso do quadro geral. O volume de pedidos foi menor que o registrado do segundo semestre de 2015 (912), mas envolveu um número maior de contas/usuários (2.041). E apenas um pedido de fornecimento de informações teve como propósito tentar salvar a vida de uma pessoa em perigo ou preservar sua integridade física.

A empresa de Mountain View revela os pedidos governamentais a cada seis meses. Esse ano a equipe do Google recebeu as primeiras requisições dos governos da Argélia, Ilhas Cayman, El Salvador, Fiji, e Arábia Saudita.

Na maioria dos casos, o Google não pode dar detalhes em relação às contas e aos dados solicitados. De acordo com Richard Salgado, diretor de compliance e segurança da informação do Google, em um texto publicado no blog da empresa, todos os pedidos são cuidadosamente analisados e as informações só são fornecidas para as autoridades solicitantes. “A privacidade e segurança dos dados que os usuários armazenam no Google são fundamentais para a nossa abordagem. Antes de responder a um pedido do governo, nós temos certeza que ele segue estritamente a lei”, afirma o executivo.

Fonte: IDG NOW!

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